segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Aula 5

Durante a nossa aula nos falamos e vivenciamos sobre treinamento.
A aluna Camila foi quem fez uma das mais variadas series feitas para treinamento. Normalmente o numero de séries em um treinamento é de acordo com o numero de lutas do atleta que vai de 5 - 10. Onde o tempo é de 5 minutos intervalados, 15segundos são de esforço ( aeróbico + - 1 minuto- preparatório especifico), 30 segundos de pausa ativa (anaeróbico 3 minutos - pré competitivo).

Nos fizemos uma serie de força de potência- Anaeróbico, onde a aluna executava um volte durante 15s e durante 30s ela descansava e aferia sua pressão.
15= Ossotog.                                                                      Intensidade: Elevada
30= 152                                                                               FC: 80%
15=Koshigor
30=182
15=
30=187
15=
30=182

Fcmax- 208,07 ( 23)= 16,1 - 191,9bpm
FCrep=95bpm
Fc 80%=% (Fcmax-Fcrep)+ (Fcrep
               80/100 * (192 -95) + 95= 172,6= 173bpm.











Apos a demostração de treinamento realizamos o Special Judo Fitness Teste
Onde o alunos tinha que aplicar o golpe Ipon Seoi Nage ( bananinha) durante 15s, 30s e mais 30s sendo que em cada serie ele tinha 10s de intervalo.Nos avaliamos Potencia aeróbica com os arremessos e capacidades anaeróbica.

15s= 6 arremessos                                                                         Fc Final= 166
30s= 30arremessos                                                                        Fc aos 1minuto= 155
30s= 8arremessos.

Indice= Fcfinal + Fcrecup/ 1m= 166+155 = 12,34
                 nº de arremessos            26



 Quanto - o indice= melhor o resultado.












Resenha
 A  evolução sócio histórica do judo.



A pesquisa realizada por Cordeiro Jr. et al - A EVOLUÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA DO JUDÔ: PRIMEIRAS APROXIMAÇÕES - publicada pela revista da Educação Física/ UEM em 1999 tem por objetivo apontar uma proposta inicial  do judô como conhecimento escolar da educação física, sem perder de vista a relação entre a luta e a prática social global de nossa sociedade, isto é, as relações que o judô mantém com a educação, com a saúde, com o lazer, com o trabalho, com a economia etc, considerando esta arte marcial a partir da chegada dos imigrantes japoneses ao Brasil, e conseqüente o contato da cultura deles com a nossa, passou a constituir a cultura corporal brasileira .Com efeito, aliando a historicização dos conteúdos e suas relações com a prática social,espera-se que o aluno perceba a sua realidade como algo dinâmico e mutável, assumindo seu papel de sujeito na história de seu tempo, defendendo os interesse da classe que vive do trabalho.
            Numa concepção materialista da história, o judô deve ser ensinado como algo que resulta de um processo histórico específico, fruto de circunstâncias específicas, resultado e síntese de múltiplas determinações. O aluno precisa entender que, num contexto histórico feudal, marcado pela tirania dos latifúndios, a luta entre camponeses e samurais foi preciso que os camponeses desenvolvessem uma prática corporal – no caso o jiu jitsu – coletiva que lhes permitisse abordá-lo (com apreensão de braços e/ou de pernas) e rapidamente derrubá-lo,e então aplicar nele chaves, torções etc. Com a urbanização e modernização do japão constituiu-se leis,  justiça, polícia, enfim, uma nova necessidade histórica para o povo japonês: o convívio urbano. A partir de uma nova necessidade social, surge também uma nova prática corporal: o judô. Seu precursor, Jigoro Kano, pensou numa luta que mantivesse as tradições culturais japonesas, mas que se adequasse aos novos tempos, nos quais não fazia mais sentido lutar até a morte. Assim, mesmo o ensino das técnicas e dos fundamentos do judô não ocorre de forma isolada e estática, mas sim dentro de um contexto sociocultural que lhe dá sentido e significado histórico. O ensino deixa de ser alienante, pois o aluno, além de fazer, sabe porque está fazendo, sabe também por exemplo, que as quedas e os rolamentos possuem um significado histórico, qual seja: eliminar as contusões traumáticas e contundentes do antigo jiu jitsu que visava à morte do oponente.
            Com o passar do tempo de prática corporal que no Japão liga-se às mais profundas raízes da cultura de seu povo, o judo passou a esporte de alto rendimento, entrando para as olimpíadas em 1964, sendo assim universalizado. O fato é que, tendo se tornado esporte de rendimento, o judô incorpora os processos de seleção e de especialização de atletas, o treinamento desportivo exaustivo, e o dopping, assim, seu sentido histórico-cultural original é deixado de lado em muitos países ocidentais. Seguindo esta linha de estudo Cordeiro Jr. et al sugere  possibilitar ao aluno experimentar os bastidores do judô como esporte-espetáculo. Isto é, como os atletas de judô se preparam para uma competição, como é seu processo de treinamento desportivo, por exemplo.
            Cordeiro Jr et al. afirma que um dos objetivos principais aqui é levar as crianças a pensarem sobre o papel da educação em nossa sociedade, especialmente através da escola. Será que nossas escolas têm o costume de ensinar coisas sobre o judô? Por que sim ou por que não? Como ensinam? Quantas coisas interessantes e relevantes sobre o judô elas podem ensinar? O que nossos pais, avós, amigos e parentes sabem ou não sobre o judô?Qual sua relação com o Lazer, a promoção a saude. Destaca que o esporte-espetáculo possui uma enorme incidência nos meios de comunicação de massa (rádio e televisão), a presença do judô também pode ser captada no rádio e na TV, tendo estes recursos o professor pode se utilizar desta facilidade para levantar questões como as técnicas do judô vistas a partir da TV, aspectos econômicos e políticos do mesmo, o que pensam os atletas de judô como cidadão. Quanto ao comercio de produtos e material esportivo para o judo se faz necessario estimular  uma reflexão crítica sobre os verdadeiros objetivos deste comércio: promover o judô ou ganhar dinheiro? Como as pessoas que lutam judô fazem para obter os equipamentos e os acessórios necessários para sua prática? etc.
            É importante também ensinar os alunos que foi com a chegada de imigrantes japoneses, que o judô chega ao Brasil. No início, o judô era uma forma de matar as saudades da terra natal, isto é, uma maneira de os japoneses manterem suas tradições e sua identidade cultural. Posteriormente, quando alguns desses imigrantes, já cidadãos e trabalhadores brasileiros, ficam desempregados, sem fonte de renda e sem poder sustentar suas famílias, surgem as primeiras academias de judô no Brasil. Elas surgem como uma forma encontrada pelos imigrantes de ensinar algo que eles conheciam profundamente, o judô, fazendo disso um meio de sustento para suas vidas. Com isso, muitos brasileiros também começam a aprender o judô, sem falar dos filhos dos imigrantes japoneses, nascidos no Brasil, que também ajudaram a difundir esta luta entre nós.
Para finalizar Cordeiro Jr et al lembra que  sistematização do conteúdo judô nas aulas de educação física nunca será um estado final ao qual poderemos chegar, ela será muito mais um processo permanente de construção de uma dada proposta pedagógica por este motivo se faz necessario mais estudos sobre o assunto para  que o jogo continue, ou melhor, que esta luta nunca pare.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Aula 4

Na aula nos aprendemos educativos para quedas ( adaptação). Relembramos que os jogos de oposição são  de pedagogia indireta e são macro jogos.

A primeira atividade que fizemos todos os alunos ficavam na posição de 4 apoios, existia 1 pegador, para não serem pegos os alunos deveriam encostar as costas no chão ( tartaruga).
Na segunda atividade  o pegador agora era como se fosse uma aranha e os alunos que fossem pegos viravam aranhas também, o objetivos era fazer que todos fossem aranhas, para pegar as aranhas ficavam em 4 apoios comas mãos e pés no chão.
A terceira em vez de aranhas os alunos viravam cachorrinhos ( 6 apoios), e o objetivo era derrubar os colegas pelas pernas para os mesmos ajudarem o pegador principal.



A partir da quarta atividade os exercícios foram executados mais em duplas.
Primeiro nos tivemos o gola a gola, onde deveríamos correr aleatoriamente, e aguardar o comando da professora para executar as tarefas de: sentar, deitar, dar cambalhota, rolar de costas, etc. E por segundo tivemos o mesmo exercício mudando a mão que estava na gola.


Nas atividade direcionadas para as quedas de frente, nos tivemos três exercícios o primeiro nos colocávamos o coelho na toca, projetando corpo para o chão e fazendo o rolamento. O posicionamento do corpo era um joelho no chão, em pé no chão, uma das mãos ficava apoiada no chão e a outra esticada para cima.


O segundo exercício de queda era feito igual ao primeiro mais batendo a mão no chão apos o rolamento. E o ultimo exercício foi a cama de gato.





Nas quedas de antebraço nos começamos o exercício de joelhos e terminamos em pé , jogando o corpo a frente sem deixar a barriga encostar no chão e tocando somente o antebraço.


Para finalizar a aula tivemos a imobilização com o HONKEZA GATAME , e as opções de saídas de imobilização, trabalhando sempre com o quimono e faixa esperando a oportunidade certa para se livrar da imobilização.





Terminamos a aula com um breve alongamento.







segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Resumo da Aula 3

Atividade 1- Correr, parar ao sinal da professora, sentar, deitar, rolar. A exemplo segue as imagens.



Atividade 2 - Deitados um por cima do outro, ao contrario, o objetivo era tentar rolar. 



Atividade 3- Esta atividade engloba 3 exercícios progressivos o 1º foi a queda de costas onde mantinha-se sempre o queixo no peito e a língua no céu da boca. O 2º exercício progressivo foi o helicóptero, onde se caia de costas, rolava para o lado e voltava. O 3º é o rolamento completo, onde deve-se apoiar a cabeça em um ombro, as pernas passam pelo outro ombro para trás. 

Helicóptero


Rolamento completo


Atividade 4- Rolamento lateral. Deitado de lado, pernas flexionada e a outra com o joelho para cima, uma mão na bariga e a outra no chão, na contagem da professora deveria-se trocar de lado.


Atividade 5- Queda em pé, progressão: 1- Em pé arrastar um pé em direção ao outro sem encostar, 2- de cocoras cair para o lado, 3- arrastar o pé em direção ao outro, fazer a vassourinha e cair para o lado. 4- Pegada, uma mão na gola e uma na manga.

Pegada



Atividade 6- O aluno fica de pé de braços abertos o outro para pela frente se abaixa segura pela manga e ergue o companheiro pelas costas. Esta mesma atividade é feita mais passando a mão da manga por baixo e levantando e também é feita derrubando o colega.




Atividade 7- Volta a calma com a brincadeira do Rolo humano.